segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Chutando Cachorro Morto
Nesse último clássico, diziam não haver favorito, até mesmo porque o Cruzeiro fez de tudo para perder, ao vender 3 jogadores que eram referências no elenco, na última semana. Joel Santana levou a campo 2 atacantes e colocou mais 2 na reserva, mas colocou o volante Charles quando WP saiu machucado. Resultado: pressão do desesperado Atlético, que partiu com tudo para cima, mas que por falta de calma e preparo físico, não saiu com a vitória. Felipe Soutto, uma das maiores revelações do rival nos últimos anos, marcou um golaço, sem chances de defesa para Fábio. Foi assim, chegando pouco ao ataque e tomando muito sufoco que o Cruzeiro fez mais 1 gol, mais uma vez com o iluminado Montillo, que consegue se sobressair dessa mediocridade que tomou o grupo. Sabe-se lá como, estamos na sétima posição, não por nossos méritos, mas por demérito dos ponteiros, que não venceram seus respectivos clássicos. Qualquer seqüência de 3 ou vitórias no coloca no G4, sendo que enfrentaremos time em franca decadência: Figueirense, Fluminense, Palmeiras e Santos. Desses 4, apenas a equipe praiana tem demonstrado poder de fogo e reação, pois estava no Z4 e agora tem crescido de produção, os demais dão pinta que irão para a Terra de Ninguém: a Sul-Americana.
domingo, 21 de agosto de 2011
Eita, Pau!
No começo do campeonato, qualquer prognóstico colocaria o Cruzeiro nas cabeças e o Ceará lutando para não cair. Agora, que estamos no meio do torneio, os disputam um jogo de 6 pontos, numa terra de ninguém, que é a Zona da Sul-Americana, entre o 5º e o 12º colocados. Mais estranho ainda é ver o Cruzeiro, jogando em casa, tomando pressão da carroça sem freio. A vitória veio, foi difícil, até mais do que ano passado, quando o time alvinegro segurou o empate o quanto pôde. Wellington Paulista, se ainda não fez a paz com as redes (1 gol em 3 jogos), pelo menos inventou um pênalti, rigorosamente convertido pelo craque-faz-tudo Montillo. Esse post não vai ser maior do que isso, mesmo porque cada vez menos o time cria volume de jogo e portanto, não tem muito sobre o que falar, pois listas nossas deficiências é chover no molhado.
sábado, 20 de agosto de 2011
Abrindo a Boca do Bode com Pé-de-Cabra.
No começo do campeonato, qualquer prognóstico colocaria o Cruzeiro nas cabeças e o Ceará lutando para não cair. Agora, que estamos no meio do torneio, os disputam um jogo de 6 pontos, numa terra de ninguém, que é a Zona da Sul-Americana, entre o 5º e o 12º colocados. Mais estranho ainda é ver o Cruzeiro, jogando em casa, tomando pressão da carroça sem freio. A vitória veio, foi difícil, até mais do que ano passado, quando o time alvinegro segurou o empate o quanto pôde. Wellington Paulista, se ainda não fez a paz com as redes (1 gol em 3 jogos), pelo menos inventou um pênalti, rigorosamente convertido pelo craque-faz-tudo Montillo. Esse post não vai ser maior do que isso, mesmo porque cada vez menos o time cria volume de jogo e portanto, não tem muito sobre o que falar, pois listas nossas deficiências é chover no molhado.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Uma Velha História se Repete. Parte 2
Não feliz em perder para o Atlético Goianiense em Goiânia, o Cruzeiro perdeu, de virada, para o outro Atlético rubro-negro, o Paranaense. Mais um time franco-atirador, com a corda no pescoço e que se mata, morre. Não importa o que aconteça, esse pseudo-time que tomou o lugar do Cruzeiro tem sido bipolar o tempo todo, oscilando entre vitórias e derrotas, sem nunca fazer uma sequência, terminando sempre no meio da tabela. O reforço (?) Wellington Paulista, no seu primeiro jogo depois da reestreia, marca um gol, mas que foi insuficiente, tanto para apagar a má impressão que deixou e 2010, como para evitar a derrota. Quem fez o cruzamento para o gol foi o igualmente constetado lateral Vítor, que sabe-se lá como foi o melhor lateral de 2008. No cômputo geral, a defesa continua batendo roupa a torto e a direito, conseguindo até mesmo tomar gol do Cléber Santana. A próxima partida será contra o Ceará, que também tem aprontado muito no campeonato, tirando 2 pontos preciosos do líder Corinthians. Logo depois, um Clássico para fechar o turno, com o igualmente desesperado Atlético Mineiro, nosso ex-rival citadino.
sábado, 13 de agosto de 2011
Nosso Azul é Mais Forte
O Cruzeiro precisou viajar mais de 500km para recarregar as baterias, pois parecia ter perdido o fôlego jogando em Sete Lagoas. Voltando a Uberlândia, o time reencontrou o bom futebol, se bem que foi contra o pré-rebaixado Avaí, que também enverga farda azul. Muita coisa pesou nessa partida, como a batata do Joel assando, pois o técnico já era contestado até mesmo pelos jogadores, assim como as reestreias de Roger e TR, que acrescentaram volume de jogo à equipe. O destaque negativo, que já era previsto, foi a volta de WP, que foi o único atacante a não balançar as redes, numa draga sem precedentes, não tem mostrado que merece ser titular, nas atuais condições e também já é consenso de que não há mais clima para ele ficar aqui. Com as recisões de Farías e Brandão, assim como a possível vinda de Keirrison, o ataque pode voltar a ser prolífico, pois neste ano, tem sido o setor mais problemático, até mais que as laterais. De resto, é manter o pique, e vencer os próximos 2 jogos, pois ficar no meio da tabela não é nosso lugar.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Uma Velha História se Repete.
Mais uma vez, o Cruzeiro foi à linda cidade de Goiânia, com a certeza de uma nova vitória, depois de bater o líder do campeonato, Corinthians. Esqueceram de combinar com o time do Dragão, que em qualquer prognóstico foi rebaixado desde a primeira rodada, ainda mais depois de ter perdido seu principal jogador para o futebol mexicano. Fechamos nosso turismo com um pacote completo: perder para time médio-pequeno e sofrer gols de atacante pouco comentado, mas sempre perigoso: Felipe. Sim, ele mesmo, que já marcou vários gols contra nós em 2 equipes igualmente coadjuvantes: Goiás e Náutico, que sequer estão na Série A, mas que sempre nos tomam pontos importantes. Serve de lição, mesmo, é jogar todas as partidas com o coração no bico da chuteira, sem salto alto, como o time fez contra o SCCP. Claro que nossas carências continuam muito evidentes: 2 laterais e 1 centroavante, pois mesmo que a bola chegue na grande área, é preciso arrematar, assim como não temos jogadores que saibam atacar e defender pelas extremidades do campo. Vários matadores foram contratados, 2 já foram dispensados e pelo menos 1 está na berlinda, o inefetivo Reis, que mais uma vez foi improdutivo.
domingo, 10 de julho de 2011
Obrigado, SPFC
Estranho começar uma postagem com este título bizarro e inapropriado, mas é a mais pura verdade. Neste ano, alternamos momentos de total desconfiança, no começo do ano, para euforia, no meio do semestre e entramos no segundo com uma total disforia. Explicando: de time combalido, desacreditado e sem reforços de peso, nosso ex-técnico, o simplório Cuca, criou o melhor time Sul-Americano, até perder para o Franco-Antirador-Ressucitado-Colombiano, também conhecido como Once Caldas. Ganhamos o Mineiro, não vieram os reforços e o grupo derrubou o técnico, já tão calejado por bons trabalhos, sem colher os louros da vitória. Eis que surge no horizonte, a opção menos provável, mas totalmente adequada para levantar o moral da equipe, sem realmente mexer no esquema tático ou na forma de jogo: Joel Santana. Depois de 4 rodadas de fracasso, a vitória nos sorri 3 vezes seguidas, mas na 8ª rodada, um certo time tricolor aparece e joga água no chope. Depois de altos e baixos, derrubar o técnico, os jogadores rivais tiveram liberdade para mostrar seu bom futebol, seja dos veteranos, dos queridinhos, novatos e até mesmo os contestados Marlos e Dagoberto, que fizeram os gols tricolores. Da nossa parte, o esforçado Ortigoza e o aspirante a iluminado Wallyson resolveram com 1 gol, mas foi só, pois a verdade ficou escancarada nos tentos do concorrente, que saiu feliz por uma vitória magra, mas inconteste.
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