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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

#revolucaocruzeirense



Caros amigos, gostaria de expor algumas ideias para um
clube saneado, viável e vencedor no futuro.



1) Valorização da Base: 2/3 do time principal formados em casa.

2)Cortes de subsídios a torcidas: time bem gerenciado não precisa comprar
silêncio.



3) Fortalecimento do Marketing: aumentar as receitas com produtos licenciados e
patrocinadores.



4) Auditoria Externa: verificação das contas e enxugamento estrutural do clube.
Aumentar os investimentos, diminuir despesas supérfluas.



5) Projeto Olímpico: já temos equipes de atletismo e vôlei, seria oportuno ter
equipes de: basquete, ginástica, esgrima, artes marciais, triathlon, etc.




domingo, 21 de agosto de 2011

Eita, Pau!

No começo do campeonato, qualquer prognóstico colocaria o Cruzeiro nas cabeças e o Ceará lutando para não cair. Agora, que estamos no meio do torneio, os disputam um jogo de 6 pontos, numa terra de ninguém, que é a Zona da Sul-Americana, entre o 5º e o 12º colocados. Mais estranho ainda é ver o Cruzeiro, jogando em casa, tomando pressão da carroça sem freio. A vitória veio, foi difícil, até mais do que ano passado, quando o time alvinegro segurou o empate o quanto pôde. Wellington Paulista, se ainda não fez a paz com as redes (1 gol em 3 jogos), pelo menos inventou um pênalti, rigorosamente convertido pelo craque-faz-tudo Montillo. Esse post não vai ser maior do que isso, mesmo porque cada vez menos o time cria volume de jogo e portanto, não tem muito sobre o que falar, pois listas nossas deficiências é chover no molhado.

sábado, 26 de junho de 2010

Plano B

Agora que a situação do Malinha Portenho não saiu do nada, nossa célere diretoria corre atrás de Montillo e Ernesto Farías. O primeiro pode ser um bom reforço, mas também estaria fadado a ser um novo Tapia. O segundo já foi apresentado ao time no começo do ano em troca do Kléber, sendo que o negócio não se concretizou. Honestamente, não penso ser uma boa política contratar jogador mediano e rodado como ele, que nunca conquistou nada expressivo nem teve grandes atuações. Acompanho o Futebol Argentino há 15 anos e nunca tomei conhecimento do indivíduo. No começo do ano, parecia que um certo menino-prodígio colombiano chamado Macnelly Torres viria para cá, mas levamos um rasteira do Colo-Colo. Diretoria que se preze não se pode prestar a dar vexames como esses.